• Jose Amorim de Andrade

AAS (aspirina) e Covid-19

A matéria que divulgo a seguir, em tradução livre, parece mostrar que os indivíduos que já fazem uso do AAS ou aspirina em baixas doses – 81mg/dia – poderão ser beneficiados caso venham a ser acometidos pelo coronavirus da COVID-19. Quem desejar ler a matéria no original em inglês, clique neste LINK

Aspirina em baixa dose: O uso de aspirina em baixa dose no início da internação de um paciente para COVID-19 está associado a melhores resultados, sugere um estudo retrospectivo em Anestesia e Analgesia.

Os pesquisadores estudaram cerca de 400 pacientes norte-americanos admitidos com COVID-19 entre março e julho de 2020; cerca de um quarto recebeu aspirina (dose média, 81 mg) nos 7 dias antes da admissão ou nas 24 horas após a admissão. O desfecho primário – necessidade de ventilação mecânica – ocorreu em 36% dos que receberam aspirina contra 48% daqueles que não receberam aspirina. Após o ajuste multivariável, o uso de aspirina foi associado a um risco reduzido de 44% para ventilação mecânica. Também foi associado a riscos significativos e reduzidos de forma semelhante para admissão na UTI e mortalidade intra-hospitalar.

Os usuários de aspirina não apresentaram risco aumentado de sangramento importante. Os pesquisadores observam que a aspirina pode “inibir irreversivelmente a agregação plaquetária nos pulmões, o que poderia reduzir microtrombos pulmonares e subsequente lesão pulmonar”.

Fonte: NEJM – New England Journal of Medicine – March 21, 2021 –PHYSICIAN’S FIRST WATCH

#AAS #Aspirina #NEJM

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